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Trilha do Morro do Lampião, uma visão privilegiada da Ilha da Magia

04.09.2017

“Uma vez por ano, vá a um lugar onde você nunca esteve”, frase do mestre Dalai Lama e que eu tenho seguido, mas com um período bem menor, pelo menos uma vez por semana. E o local escolhido desta vez, foi O LOCAL!! Morro do Lampião, conhece? Pois é, foi lá que eu fui neste domingo e já inclui na minha listinha de “lugares que eu já estive”.

 

Contextualizando...

 

Que eu sou apaixonada pela Natureza, isso não é nenhuma novidade, pois bem, eu estava louca para fazer trilhas, mas fazer sozinha ou com outras pessoas que não conhecem, que não têm experiência, não é nada aconselhável. E aí eu mandei mensagem para minha amiga Vanessa, pois acompanho algumas fotos dela em trilhas. Na hora ela já me disse que tinha uma programada para o domingo seguinte e que ia passar meu contato para o professor me incluir no “grupo”... Opa!! Fui na fonte certa né?? rs. Logo em seguida o professor Paulo Henrique me incluiu em um grupo de whatsapp chamado “Trilheiros” (já me senti A TRILHEIRA kkkk). E aí o povo já estava programando a próxima trilha que seria no Morro do Lampião.

 

Fui dar uma pesquisada na tal trilha, pra saber o nível de dificuldade, já que não tenho muita experiência nisso. Pelo que constatei era nível médio e vi fotos de crianças fazendo a trilha... Pensei cá com meus botões... “Se as criancinhas fazem, eu também consigo”, rá!! Coloquei meu nome na lista dos confirmados!! \o/ 

 

A trilha

 

Marcamos com boa parte da galera no centro de Floripa e, de lá, seguimos para a Rua Pau de Canela no Campeche. Outras pessoas já aguardavam por lá. O acesso para a trilha é nessa rua mesmo (logo no início tem uma plaquinha de madeira indicando o Morro do Lampião).

 

Primeiro aquela foto clássica para marcar o início da aventura e vamos lá!!

 

 

Iniciamos a trilha por volta das 8h35 . No início a rua é larga, de areia, e você já nota que vai ter que ter paciência, ir devagar para não escorregar.

 

 

 

Depois a trilha já fica mais estreita, íngreme e com muitos pedregulhos, pedras soltas, então, cuidado redobrado, viu?! Não é nada legal cair por ali naquelas pedras.

 

 

 

 

 

 

Com 10 minutos de subida, eu já estava mortinha (segredinho nosso rs), mas continuei firme, forte e sorridente!!

 

 Vídeo do Instagram Stories... rs

 

 

Mas logo chegamos à nossa primeira parada, que é um caminho à direita da trilha, onde você tem uma visão linda de bairros como Campeche, Costeira, Saco dos Limões, Rio Tavares e Carianos. Para chegar ali é preciso entrar na mata, mas garanto que compensa, pela vista e pela pedra grande que garante uns minutinhos de descanso.

 

 

 

 

 

Pedra do Urubu

 

Seguimos com nossa caminhada para o objetivo final que é a famosa Pedra do Urubu, que tem uma visão de 360º da nossa Ilha. Antes de chegar, você vai avistar uma antena e uma pedra menor, à esquerda da trilha. É ali mesmo. Na pedra menor é molezinha (ou quase rs) subir, mas queríamos a outra maior. Chegamos ali por volta das 09h40

 

Bora!

 

Algumas pessoas usam cordas para auxiliar na subida e na descida da pedra, já que ela é grande e bem íngreme. Nós fomos “engatinhando” mesmo (A maioria né? Os homens subiram “tranquilamente” hehe), mas todo mundo se ajudou.

 

 Subindo a Pedra do Urubu

 

A visão de cima da pedra compensa os arranhões nas mãos e a dificuldade. Realmente é lindo!!! A Pedra do Urubu é grande e ficamos um bom tempo lá sentados, contemplando a beleza de Floripa por cima! Aproveitamos para fazer um lanchinho também! (Um lanche leve, viu?! rs. Água, frutinhas e barrinhas de cereais são indicados para essa trilha)

 

Importante: não esqueçam de levar seu lixo embora também!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se liga nos vídeos... Descendo a Pedra do Urubu e a outra menor...

 

 

 

 

 

Levamos mais ou menos 30 minutos para descer. Encontramos muita gente subindo e até uma galera com cavalinhos.

 

 

Vale avisar: cuidado para não derrapar, pois parece que a descida é mais fácil e aí todo mundo “aperta o passo”, mas como tem muita areia, pedras soltas, fica bastante escorregadio. Tivemos um tombo registrado (né, Vanessa?! hehe) e vários “quases” ao longo do caminho.

 

Chegamos ao fim da trilha às 11h.

 

 

Ah, esqueci de dizer que ali no acesso tem uma área que dá para deixar os carros.

 

Pessoal do grupo: foi um prazer passar a manhã de domingo com vocês, foi um prazer conhecê-los e até a próxima!!!

 

E vocês aí, já fizeram essa trilha?

 

Beijos e até a próxima!

 

Simone Malagoli “a trilheira” hehe

 

 

 

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