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O que fazer em Luxemburgo em 4 dias

10.10.2019

Olá, galerinha viajante, tudo bem?

 

Como contei no post anterior, Luxemburgo apareceu como uma surpresa no meu roteiro de viagem. E foi uma linda surpresa. Me apaixonei por esse país pequeno em tamanho, mas tão rico em beleza, em simpatia, e rico mesmo, literalmente falando rs. De acordo com a lista dos países mais ricos do mundo, tendo por base a informação do Fundo Monetário Internacional, Luxemburgo é o mais rico da Europa e aparece entre os três mais ricos do mundo quase todos os anos.

 

Mas além dessa riqueza, Luxemburgo tem muito mais para oferecer e eu vou mostrar um pouquinho do que fiz nos quatro dias que passei por lá.

 

Para começo de conversa, lá não tem aqueles pontos turísticos badalados, tipo uma Torre Eiffel, de Paris, ou o Big Ben, de Londres. A ideia por lá é caminhar, se encantar. Lógico que, como em todos os países, tem aqueles lugares históricos e de praxe, que todo turista deve conhecer, mas não se prenda nisso. Vá sem pressa.

 

Chegando em Luxemburgo

 

Meu voo saiu de Florianópolis com conexão em São Paulo e Lisboa. Ou seja, minha entrada na Europa foi por Lisboa e posso dizer que eles estão um pouquinho mais severos na imigração. Fizeram muitas perguntas. Mas eu estava com tudo certinho, todas as reservas de hotéis feitas e impressas, assim como o voo de volta, mas mesmo assim o senhor que me atendeu não facilitou muito. Mas, deu tudo certo.

 

 Passando na imigração em Lisboa

 

Ah, aproveitei para comer o pastelzinho de nata no aeroporto de Lisboa. Não sou boba nem nada hehe.

 

 Cafezinho com o pastelzinho de nata no Aeroporto de Lisboa

 Decolagem em Lisboa

 

Logo eu já estava pousando em Luxemburgo. O aeroporto não é tão grande, mas é bem bonitinho. Tinha visto a possibilidade de ir de táxi ou de ônibus para meu hostel, mas a opção de ônibus foi tão fácil, que utilizei o transporte público mesmo.

 

 Aeroporto em Luxemburgo

 

Transporte público em Luxemburgo

 

Dá uma certa inveja quando viajamos pra fora e a gente se depara com toda a organização que existe, né? Não estou desmerecendo o nosso país, mas é que precisamos evoluir muito ainda. No caso do transporte público de Luxemburgo, eu fiquei babando pela facilidade e pelos valores também. Além de oferecer um ótimo serviço, o valor é bem bacaninha. Você tem a opção de comprar bilhete por 2 Euros, válido por duas horas ou comprar o bilhete válido por 24 horas por 4 Euros. Ou seja, você usa quantas vezes quiser, e precisar, e só vai pagar os 4 Euros. Basta apresentar seu ticket para o condutor.

 

Saindo do aeroporto tem o ônibus, bem na frente, caminhando para sua esquerda, você vai ver um ponto de ônibus, com uma máquina para comprar os bilhetes. É bem simples. Você escolhe a opção do ticket e é só aguardar o ônibus. Ali passa o de número 16, com ponto final na estação.

 

 

No busão tem um monitor que vai mostrando os pontos e quanto tempo falta para chegar em cada um, não tem como se perder. E aí ponto que você descer, eu desci na estação mesmo, você vê certinho para qual lado fica seu hostel.

 

 

Eu, como sou bem doidinha, fui caminhando para o meu hostel. Eu gosto, né? rs. Uns 2 km de caminhada, com mala e tals, mas já aproveitando para conhecer a cidade e eu também queria encontrar algum lugar aberto para comprar chip do celular, mas nesse dia não encontrei, era um domingo. Não tinha mercado, farmácia, nada aberto hehe.

 

Mas a caminhada já valeu para eu ter uma base do que me esperava nesses dias em Luxemburgo.

 

Chegando e me encantando com Luxemburgo

 

Onde ficar

 

Bem, gente, aqui estou para contar a minha experiência. E eu fiquei em um hostel. Inclusive quando comecei a pesquisar e programar minha viagem vi que era o único hostel na cidade, então fiz a reserva com muita antecedência. Eu preferi assim, pois como viajei sozinha, se torna mais em conta e também tem a possibilidade de conhecer pessoas.

 

Fiquei no Youth Hostel Luxembourg City, que fica em um dos lugares mais bonitos de Luxemburgo, pertinho das Casamatas de Bock, da Chemin de La Corniche, entre outros pontos turísticos. Eu amei a localização. E dá para ir para o centro, tranquilamente, caminhando. Eu quase não usei o transporte lá, apesar de toda a facilidade, fiz quase tudo caminhando. E acho que é a melhor forma de conhecer o local. Mas vale lembrar que tem muitas ladeiras, cansa um pouquinho hehe.

 

O hostel

 

Como já falei, a localização é incrível, ele fica rodeado por muito verde, é um lugar calmo, silencioso, muito bonito. Amei. O hostel tem uma ótima área de lazer, restaurante e bar com boas opções no cardápio, além do café da manhã que está incluso no valor da diária. Não tinha muitas diversidades, mas pra mim, era o suficiente. O atendimento foi muito bom e ajudou bastante o fato de ter funcionários de Portugal lá, principalmente no restaurante, facilitou muuuuito a minha vida hahaha.

 

Escolhi quarto feminino e foi muito de boa. Tive sorte de dividir quarto com meninas bem bacanas de várias partes deste mundo. O único problema do hostel, é o chuveiro. Os banheiros são compartilhados e ficam do lado de fora dos quartos, até aí tudo bem, mas os chuveiros... Que briga com eles... Sabe aqueles que tem que ficar apertando todo o tempo pra água sair? Pois bem, é desse, além de sair pouca água, demorava para esquentar. Então, se fosse para sugerir alguma coisa, seria para melhorar o chuveiro. Mas, gente, isso não é um problemão, não. O hostel vale MUITO A PENA. Ficaria todas as vezes lá. Além do ótimo preço, fica num lugar lindo. Recomendo o Youth Hostel Luxembourg City, com certeza.

 

1º Dia – Reconhecimento da área

 

Eu já cheguei a tarde por lá, mas nessa época do ano, escurece mais tarde, por volta das 9 e meia da noite, então rende bastante.

 

Deixei minhas coisas no hostel, fiquei admirando a vista do quarto, descansei um pouco e clarooo, desci para comer alguma coisa hahaha.

 

 Apreciando a vista pela janela do quarto

 

Minha primeira refeição foi no restaurante do hostel mesmo, com uma paisagem linda ao redor, nesse momento eu já estava completamente apaixonada por Luxemburgo.

 

 Eu nem estava feliz, né? rs

 O cardápio do dia no hostel

 

Depois aproveitei que o sol ainda estava brilhando e fui dar uma volta pelos arredores do hostel. Bem, você saindo do hostel e caminhando para a sua esquerda (se estiver de frente para as Casamatas), bem ali ao lado tem um parque imenso, com uma represa de água, que é ótimo para caminhar. Todo aquele clima, o silencia misturado com o barulho da água, te dá uma sensação de paz maravilhosa. Caminhei um pouco por ali e já serviu para dar aquela relaxada pós-viagem longa.

 

 Parque ao lado do hostel

 

Depois subi (prepare-se, pois essa região tem muitas subidas e descidas hehe) para a região mais bonita de Luxemburgo, na minha opinião. Lá de cima, na mureta das Casamatas de Bock, você tem uma vista maravilhosa. Rende muitas fotos também. Você consegue visualizar as belezinhas do Grund, que é o bairro mais antigo da zona baixa de Luxemburgo, é realmente muito lindo.

 

 

Perdi algum tempo por ali contemplando toda a magia daquele local. Depois voltei para o hotel. Uma boa noite de sono, para descansar tudo da viagem e ficar 100% para os próximos dias da viagem <3

 

2º dia - Em Luxemburgo

 

Como ainda não tinha chip de celular (nem shampoo e condicionador, que eu deixei para comprar lá rs), essa era minha missão da segunda-feira, dia 10 de junho... Mas... Se eu contar pra vocês... Vou contar!!! Haha

 

Tomei um cafezinho gostoso no hostel e saí caminhando, tinha usado o wi-fi do hostel para ver onde era a Chemin de La Corniche, conhecida como a varanda mais linda do mundo e já queria aproveitar o caminho para ir até lá. Sim, é muito gracinha mesmo, você tem a visão da parte baixa da cidade cortada pelo rio, com todos os seus “labirintos”, pontes, construções, o verde, tudo em perfeito equilíbrio. Amei.

 

Chemin de La Corniche

 

 

Ai depois, sem internet no celular, resolvi ir andando, meio que sem direção, para o centrinho, na tentativa de achar a loja da Orange. Andei, apreciando tudo, e cheguei em um lugar cheio de muros, tipo um labirinto. Pela descrição que encontrei lá, eu estava no L`écluse du Grund, um forte que foi construído em 1731, bem bacana passear por essa parte histórica.

 

 Andando sem rumo (ou com? rs)

 

Chegando na parte do comércio, percebi que TODAS as lojas estavam fechadas. Isso, em plena segunda, às 11 da manhã. Gente, que isso?! rs. Eis que achei a Orange e adivinhem. Fechada! Claro! Fui perguntar o motivo em uma espécie de mercadinho que tinha ao lado, esse estava aberto, e descobri que era feriado de Pentecostes. Então bora passear, ainda sem chip, sem shampoo e sem condicionador hahaha.

 

A loja da Orange é bem de frente para a Praça das Armas e do Cercle, local que eles recebem as autoridades (parece uma igreja, mas não é). Como era feriado, estava rolando uma musiquinha, uns eventos lá na praça. Nessa região tem vários restaurantes também e ali pertinho tem a famosa Ladurée (aquela de Paris, com seus deliciosos macarons).

 

Cercle e a Praça das Armas

 Ladurée

 

Caminhando um pouquinho mais, fui até a Praça de la Constituicion, por ali você vai se deparar com um obelisco que tem uma homenagem aos falecidos da Primeira Guerra Mundial e, no topo, tem uma estátua dourada de uma mulher segurando uma coroa de flores.

 

Praça de la Constituicion

 

Com certeza é um dos pontos mais visitados pelos turistas, principalmente por toda a visão que oferece. Dali você tem a vista da Ponte Adolphe, que é outro símbolo da cidade. Ela é toda feita de pedra, com seus arcos belíssimos. Vale observar de longe, tirar fotos de toda sua beleza, mas também passear nela, por cima ou por baixo. Falei que vale a pena caminhar, né? Luxemburgo é tipo um labirinto, com várias subidas e descidas. Se perca por lá.

 

Vista da Ponte Adolphe

 

 Reparem nas construções... Essa mistura do moderno com o antigo encanta

 

Vale lembrar que no meu Instagram tem muitos vídeos, fotos e informações dessa viagem, tanto no feed, como nos destaques dos stories. Dê uma olhadinha - www.instagram.com/simonemalagoli

 

Ali pela região também está a Catedral de Notre Dame, lindíssima. Entrei, fiz minha oração, acendi uma vela e dei sequência no passeio.

 

Catedral de Notre Dame

 

Voltei para região próxima do hostel, caminhei pelas construções do Grund até a hora que a chuva chegou e me mandou correndo para o hostel. Já estava na hora de descansar um pouquinho, né? rs

 

 

 

 

 

E o que eu fiz? Fui para o restaurante do hostel comer. Barriguinha cheia é outra coisa. Escolhi uma mesinha na parte coberta, do lado de fora, fiz minha refeição ouvindo e contemplando a chuva. As férias são maravilhosas por isso, né? Tudo é motivo de alegria hehe.

 

 Esperando a comidinha no restaurante do hostel

 Comidinha chegou

 

3º dia – Enfim o dia útil em Luxemburgo

 

O dia amanheceu ensolarado (ufa). Aproveitei para tirar mais fotinhos ali por perto do hostel e fui para a loja da Orange.

 

 Ah, Luxemburgo <3

 

Desta vez por um caminho bem mais curto e objetivo, sem me “perder” rs. Comprei meu chip.

 

Loja da Orange – fica bem na Praça das Armas. Paguei 13 Euros pelo chip e recarga de 500 MB, que vale por toda Europa.

 

Depois aproveitei para fazer uma visitinha pelas lojas, como a nossa queridinha Sephora <3

Na sequência cheguei no Grand Ducal Palace (Palácio Ducal), lembrando que Luxemburgo é o único país que é um Grão-Ducado, o chefe de Estado é um Grão-Duque. Inclusive eu convidei o Henrique Alberto para tomar um café, mas acho que ele perdeu a hora hahaha.

 

Grand Ducal Palace

 

Por falar em “café”, bem em frente ao Palácio tem a Chocolate House, com certeza é uma parada obrigatória na sua viagem. Só o cheiro bom de chocolate que tem na loja, já vale o passeio rs. Mas eu te aconselho a experimentar o Hot Chocolate Spoon deles, que é bem bacaninha. Você escolhe um dos diversos tipos de chocolate que tem a disposição, como se fosse uma colher. Ai elas preparam o leite quente e você mistura essa “colher” na sua xícara com leite. Uma delícia. E é um jeito diferente de preparar seu chocolate quente.

 

Chocolate House

Hot Chocolate Spoon

 

Monoprix, preciso falar desse lugar!! Lembra que eu precisava comprar shampoo e condicionador, né? Pois é, além de pegar o comércio fechado dois dias, nas farmácias que encontrei nesse dia, não gostei muito das opções que tinha. Mas eis que encontro o Monoprix. Gente, tem tudo que você quiser, tá? Deve ter até namorado para comprar hahaha. Brincadeirinha. Mas tem quase tudo. Alimentos, maquiagens, roupas, utensílios, produtos de higiene, bebidas, é muito bom. Fica a dica!

 

Depois de bater perna ali pelo centro, voltei para a região do hostel. Na parte oposta da Casamatas de Bock, andando um pouquinho, tem o elevador - Ascenseur du Pfaffenthal, gratuito, que é utilizado para ligar a parte alta para a cidade baixa. Mas também virou uma atração turística. E que é muito legal. Como ele é todo de vidro, nem preciso dizer que a vista é linda, né?

 

 Elevador

 A vista maravilhosa

 

Ah, e bem na entrada dele tem um piano colorido, que você pode se aventurar e tocar uma canção. Vi outros desses espalhados pela cidade. Demais!

 

 

E ainda tem mais! Falei que os dias nessa época rendem, né?

 

Fui conhecer as Casamatas de Bock (Casemates du Bock), por dentro. Paguei 7 euros para entrar. Na entrada você recebe um mapa para “se achar” lá dentro, pois são vários túneis e, muitas vezes, bem escuros. Confesso que em algumas partes deu até um certo medinho. Estava sozinha rs. São túneis esculpidos em rocha, construídos em 1745 e que serviam de fortificação para a cidade e de abrigo para a população durante as guerras. Ao longo do percurso você verá vários canhões, estrategicamente posicionados nas janelinhas, que aliás, a vista dessas janelinhas é algo bem encantador.

 

Casamatas de Bock

 

Final de tarde, aquele início de noite claro, fui com minhas novas amigas Maria da Espanha e Aino da Finlândia procurar algum lugar para comer e tomar uma cervejinha local, pois ninguém é de ferro rs.

 

Fomos no Urban Bar & Restaurante e eu escolhi a cerveja Battin e um Veggie Burger para acompanhar.

 

 

 

4º dia – Ida para Vianden

 

O dia amanheceu chuvoso, tomei um café no hostel e fui para Vianden. Mesmo com chuvinha, mas tinha esperança de que ela parasse.

 

Vianden é uma comuna (um município) que pertence ao distrito de Diekirch. É uma cidadezinha pequena, rodeada pelo Rio Our, que fica bem próxima da fronteira entre Luxemburgo e a Alemanha. E o que mais atrai os turistas é o seu lindo castelo feudal. Eu tinha que ir lá para conhecer.

 

Para chegar lá não é difícil, nem caro! Lembra que lá no início do post eu falei sobre os valores do transporte público. Pois bem, eu gastei apenas 4 Euros para ir e voltar, utilizando todos os ônibus e trem.

 

Para começar, peguei um ônibus próximo do hostel até a estação de trem (gare). Nesse primeiro ônibus eu comprei com o motorista do ticket válido por 24 horas (esse que custa 4 euros). Chegando na estação, tendo esse ticket em mãos, é só você ir até a plataforma 4 CD e pegar o trem em direção a Diekirch Gare (saiu da plataforma 4 C).

 

 

Da estação de Diekirch você vai pegar um ônibus em direção a Stolzembourg, de número 570 (a parada de ônibus é no mesmo lugar da chegada do trem) e descer na parada de Vianden Gare. Nesse ônibus também tem uma tela que você vai acompanhando os pontos e o tempo que falta para chegar no seu.

 

Estação e terminal em Diekirch

 No ônibus para Vianden

 

Para fazer todo esse trajeto, você vai levar, em média, 1h30.

 

Cheguei em Viaden!!

 

Mesmo com chuvinha, a cidadezinha é encantadora. As construções e muitas flores me deixam apaixonada. Amo muito.

 

 Em Vianden <3

 

Ali da parada do ônibus, andando um pouquinho para a sua esquerda (se você estiver de frente para a rua), você já consegue avistar o castelo lá no alto. É só seguir nessa direção. Prepare-se para a ladeira. O centrinho é muito bonitinho, tem a Casa e Museu de Victor Hugo (eu não visitei, mas você pode visitar) e a beleza do Rio Our, tudo isso com o imponente Castelo lá no alto. Paisagem linda.

 

A ladeira para chegar até o Castelo é de mais ou menos 1 km, mas é bem de boas. Tem uns cafés e restaurantes pelo caminho, que se precisar, você pode fazer uma pausa. Na ida eu aproveitei para comprar uma sombrinha em uma “vendinha”, e foi a melhor compra da vida, pois logo depois “caiu o mundo”, chuva forteeee!! Ainda bem que tinha a sombrinha para proteger, pelo menos os cabelos, para sair bem nas fotos haha.

 

 

 

Para entrar no Castelo de Vianden, eu paguei 7 euros (tem valores diferenciados, dá uma olhadinha na tabela abaixo, lembrando que esses são valores praticados em junho/2019, pode sofrer alterações)

 

 

Ali na entrada você pega um mapinha do castelo para ter as informações e ir seguindo as direções de visitação. É muito bacana conhecer as construções, restauradas e algumas originais, da época feudal, que ouvimos falar bastante na escola. No tour você vai passar por salas, ambientes de lazer, quartos, cozinhas, capela, além de ter uns janelões com vistas incríveis. Aos poucos a chuva foi cessando e o sol deu o ar da graça, deixando a visão ainda mais bonita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saindo do castelo, na descida, você vai perceber a sua direita um outro caminho, sinalizado com algumas placas de passeios de aventura. Por ali tem uma trilha com algumas opções de entretenimento, como é o caso do bondinho/teleférico, que você pode utilizar para descer até na parte baixa. Eu não fiz o passeio de bondinho, mas entrei ali naquele caminho para contemplar o visual e ver os bondinhos passando por cima da sua cabeça rs. Ali você tem uma vista bem bacana na cidade.

 

 

 

 

 

Desci por onde fiz a subida, tirando várias fotinhos, já que o tempo estava bem melhor e parei no Auberge du Musse para tomar um cafezinho. Fui muito bem atendida. Conheci um menino que nasceu em Portugal, os pais são da Angola, e ele mora na Finlândia e que ama as músicas brasileiras. Cantamos e dançamos lá no restaurante hahaha.

 

 O castelo lá no alto

 

 Até o ponto de ônibus é fofo

 

 O novo amiguinho sorridente

 

E com o céu azul, aproveitei para dar uma boa caminhada pela margem do Rio Our, apreciando cada cantinho. Ô sorte!!

 

 

 

 

 

Valeu conhecer mais essa cidadezinha. Anota aí, não deixe Vianden de fora do seu roteiro.

 

Depois foi hora de voltar para Luxemburgo, ir para o hostel, arrumar a mala, dormir e aguardar o dia amanhecer para partir para uma nova aventura. Pois bem, no dia seguinte lá só tomei meu cafezinho precioso no hostel, me despedi da linda Luxemburgo, com o coração agradecido e cheio de vontade de voltar e fui para o local de onde sairia meu ônibus (FlixBus) para o próximo destino da viagem: a região da Alsácia, na França, com a primeira parada em Estrasburgo. Que será assunto da próxima postagem.

 

Ahhh, e antes de finalizar, já tinha falado sobre isso no post anterior, mas não custa lembrar que em Luxemburgo os idiomas falados são o Francês, Alemão e Luxemburguês, mas a maioria fala o inglês também, perfeitamente e encontrei muitos portugueses por lá, o que facilita bastante. No mais, aproveitem muito esse país, que me encantou e surpreendeu.

 

 Amei te conhecer, Luxemburgo! Até logo <3

 

Espero que tenham gostado do relato da minha experiência por lá e, se tiverem alguma dúvida, estou à disposição.

 

Meu instagram é @simonemalagoli e por lá você também terá muitas dicas, bem como fotos e vídeos dessa e de outras viagens.

 

Beijos e até a próxima,

 

Simone Malagoli

 

 

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