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Conhecendo a Região da Alsácia: Estrasburgo

16.11.2019

Olá, meus amigos viajantes, tudo bem?

 

Chegou a hora de contar um pouquinho sobre a minha experiência em uma das regiões mais fofas que eu já visitei. Fofa mesmo. Totalmente fofa! Então prepare-se para entrar em cenário de filmes como, por exemplo, o vilarejo de A Bela e a Fera <3

 

Como a região da Alsácia entrou na minha vida

 

Faz muito tempo que eu me apaixonei por uma cidadezinha chamada Colmar e a coloquei como prioridade na minha listinha de lugares para conhecer. Ah, e o “primeiro contato” com ela foi o seguinte: coloquei no Google assim “cidadezinhas fofas para conhecer”, e apareceu Colmar. Foi amor à primeira vista.

 

E aí aconteceu todo o planejamento na viagem deste ano para que eu pudesse realizar mais esse sonho.

 

Aqui nesse post eu fiz um resumo básico de todo o roteiro dessa viagem linda

 

Veja também: Um roteiro incrível: Luxemburgo, Alsácia na França, Suiça e uma passadinha na Alemanha

 

Após muitas pesquisas, escolhi Estrasburgo e Colmar como base nesse período que fiquei na Alsácia, na famosa Rota do Vinho, da França.

 

Como Estrasburgo fica bem próximo de Luxemburgo, essa cidadezinha foi a minha primeira parada na região.

 

Como cheguei em Estrasburgo

 

Eu fui com o ônibus da FlixBus partindo de Luxemburgo. Paguei 12,99 Euros na passagem. Já comprei com antecedência, ainda no Brasil, através do site da FlixBus. A viagem foi muito tranquila. Levou mais ou menos 3 horas para chegar em Estrasburgo. O bacana é que saímos de Luxemburgo, entramos em Saarbrücken, na Alemanha e logo depois chegamos em Estrasburgo, na França. Ou seja, passei por 3 países em uma viagem curtinha de ônibus. A Europa é demais!!

 

Assim que desci do ônibus, já dei de cara com uma ponte cheia de flores e já sabia o que me esperava nesses dias na região da Alsácia <3

 

 O primeiro contato visual com Estrasburgo

 

Onde fiquei

 

Eu fiquei no City Residence Access Strasbourg e achei bem bacana. Ele não é tão pertinho da Petite France (apesar de eu ter ido caminhando pra lá), fica mais próximo da Estação de Trem de Estrasburgo, que é linda.

 

Gare Centrale

 

Por ali, por perto da estação, eu achei umas ruas bem movimentadas, com muitas opções de bares, restaurantes, mercados, comércio em geral. Não é coladinho no hotel, eu tive que caminhar um pouquinho, mas é bem pouquinho mesmo.

 

E o hotel é bem maneirinho mesmo, pois é tipo um apart hotel. Um quartinho só meu! Com banheiro privativo, cama grande, frigobar, televisão, micro-ondas, utensílios de cozinha. Bem legal, gostei.

 

Faça sua reserva através deste link e ajude o site: City Residence Access Strasbourg

 

Nesse dia, como estava um pouco cansada, comprei algumas coisas no mercado e voltei para o hotel. Descansar para desbravar a região da Alsácia nos próximos dias.

 

No dia seguinte

 

Renovadíssima, acordei e fui bater perna. Como disse antes, fui caminhando mesmo em direção da Petite France. Caminhar é a melhor forma de conhecer os lugares. Confia no que digo hehe.

 

E fui emocionadíssima, babando pela arquitetura local, as milhares de bikes pelas ruas, as flores. Amo essas cidadezinhas, apesar de Estrasburgo ser a “menos cidadezinha” da região, mas mesmo assim é uma gracinha. As pontes ao longo do caminho, todas floridas, dão um charme todo especial para o lugar. Eu quase não sou apaixonada por isso, né? <3

 

 Belezas pelo caminho

 

Depois de caminhar um pouquinho, cheguei no Ponts Couverts, que na descrição do site Wikipedia “o Ponts Couverts é um conjunto de três pontes e quatro torres que compõem um trabalho defensivo erguido no século XIII no rio Ill, na cidade de Estrasburgo, na França. As três pontes cruzam os quatro canais fluviais do rio III que fluem pelo histórico bairro Petite France de Estrasburgo”.

 

E é tudo muito bonitinho por ali. Rende muitas fotinhos. As casinhas estilo enxaimel, os canais, as flores, as bicicletas, tudo colabora para um ambiente perfeito. Gostoso andar por ali, sem pressa. Curtindo o visual.

 

 

 

 

 

 

 

Logo depois cheguei na Place Gutenberg, que é a praça que tem um carrossel iluminado e com algumas opções de restaurantes em volta.

 

 

 

E por ali, já é caminho para chegar até a Catedral de Notre Dame, que é MARAVILHOSA!!! Gente, eu estava andando de boas, quando virei a esquina dei de cara com aquela grandiosidade toda, fiquei sem ar. É muito diferente. Ela já foi a igreja católica mais alta do mundo, agora só perde para a da Colônia, da Alemanha. Ela foi construída entre os séculos XI e XV e, dizem que na época que ela estava sendo construída, o estilo gótico saiu de moda e por conta disso, a população que bancava a obra, deixou de dar dinheiro para finalizar a construção, por isso a Catedral só tem uma torre (de 142 metros), mas ainda assim, não perde sua beleza.

 

 

 

Depois tomei um cafezinho no Café de L´ill, pedi um pão de chocolate (pain au chocolate) e um cafezinho com leite.

 

 

Começou chover, mas eu estava preparada com minha sombrinha rosa de Luxemburgo kkkkk. Mesmo com chuvinha, Estrasburgo é encantadora.

 

 

 

Depois de encher o buchinho, fui para a Petite France. Uma graça <3 Mas, como a chuva continuou, optei por fazer logo o passeio com o Batorama, que tem coberto, e é uma boa opção para os dias com chuva, apesar de que a vista num dia ensolarado é beeeeeeeeeeeeeeeem melhor, mas... Bora lá.

 

Eu comprei o ticket na maquininha que tem próximo de onde os barcos saem (Quai des Bateliers, no Rio Ill) . Fiz a compra com cartão de crédito, paguei 13,50 euros (valor praticado em junho de 2019). Quando você compra, você escolhe o horário da saída do barco. Eu peguei o que tinha logo na sequência. Fiquei aguardando por lá e logo em seguida começou o passeio.

 

 

 

 

Fui sentadinha, tranquilinha, ouvindo o áudio com as explicações dos lugares que o barco ia passando e também histórias sobre a cidade. Nesse passeio é que você consegue ver o contraste do antigo com o moderno, lembrando que Estrasburgo é a Capital da Alsácia e tem essa mistura de cidade grande com cidade pequena, o que a torna ainda mais interessante.

 

 

 

 

Ah, o passeio com o Batorama também reserva outro momento bem legal, que é a travessia em uma comporta d´agua, que enche e esvazia, para que a água fique no mesmo nível para o barco passar. É uma baita engenharia. É bacana observar de dentro do barco, mas também é legal você ver também pelo lado de fora. Quando estiver passeando pela Petite France, vale a pena parar para observar esse momento.

 

Depois desse passeio, que durou um pouquinho mais de 1 hora, eu resolvi entrar na Catedral de Notre Dame para conhecer por dentro (mais cedo eu só passei na frente). E ela é tão magnífica por dentro, quanto é por fora. Eu só entrei na parte gratuita, que você também consegue ver o famoso relógio astronômico que tem lá dentro, mas se quiser ir na hora do badalar dos sinos tem que pagar. E também tem que pagar se quiser subir nas centenas de degraus até a torre para ter a vista panorâmica da cidade. Eu não fiz essas duas opções, por isso não tenho muitas informações sobre.

 

 

 

Viu como o dia rende?

 

Depois de tanto passear, barriguinha pediu mais um vez para abastecer hehe. Escolhi um restaurante para provar um prato típico que é as Tartes Flambées, que é tipo uma pizza, mas com a massa mais fininha. Tem diversos sabores. Doce ou salgada. Uma delícia. Fui no restaurante Le Gruber, ali nessa região que estava, e amei. Estava ali, comendo, tomando um vinho, com minha companhia e aí um senhor, músico local, começou a tocar Garota de Ipanema com o seu trompete. Eu fiquei toda radiante. Que vibe incrível. Fiquei toda emocionada com esse momento.

 

 

 

Viajar é muito bom, né? Viver é bom. É muito difícil descrever e contar essas sensações... Mas, eu tento hehe. (Nos destaques dos stories do meu instagram tem uns vídeos também e acho que dá para ver um pouquinho de tudo isso). Mas NADA substitui o VEJA COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS! Por isso eu sempre digo: VÁ VIAJAR!! É o melhor investimento da vida.

 

Bate e volta para Kehl, na Alemanha

 

Aiii, estar na Europa é tudibãooo, né? Tipo, a gente acorda num belo dia na França e diz: “ah, hoje vou dar uma voltinha ali na Alemanha”. E vai! Eu fui! Hehe

 

Como ir para Kehl?

 

Simples. Você chega na estação de Tram (o trem menor que faz parte do transporte público de Estrasburgo e “corta” a região central da cidade). Você compra o ticket na maquininha. Eu comprei o “single ticket” por 1,80 Euros e peguei o tram sentido Kehl (D), tem nos monitores o tempo que falta para chegar e qual plataforma esperar. Não esqueçam de validar o ticket que você comprou, antes de entrar no tram, em uma outra maquininha que tem perto.

 

 Esse é o mapa do tram. Observe a linha verde "D", a parada final é Kehl

 

 

A “viagem” dura menos de 20 minutinhos. Você pisca e logo está atravessando a ponte que divide (ou liga, né gente?!) a França e a Alemanha. Vá apreciando a paisagem <3

 

Eu desci logo depois que passei pela ponte e por ali comecei a explorar a cidade alemã. Hoje é bem pacificado e as pessoas têm orgulho disso, levando em consideração os anos sangrentos de disputas por território entre a França e a Alemanha. Hoje em dia é bem tranquilo ir e vir, graças a Deus. E é bem tranquilo mesmo. É como se tivesse indo de um bairro para outro. Soube que as pessoas de Estrasburgo fazem mais compras em Kehl, que é mais barato. Até eu comprei algumas coisinhas, principalmente na Drogaria Müller (será que é parente meu? rs), que tem tuuuudooooo!! Fica bem ali na rua principal, rua de comércio de Kehl (são duas, na verdade: a Hauptstrasse e a Marktstrasse), no centrinho, perto da igreja. Saindo da estação - que é a primeira após a ponte, basta atravessar a rua, logo você vai ver a rua com calçadão e com várias lojas, restaurantes. Fui caminhando “perdidamente” por ali rs. Logo você vai sair na Praça MarktPlatz, que é onde tem a igreja, um chafariz, uma pracinha típica para descansar.

 

 

 

 

 

E aí continuei batendo perna, passei por ruas residenciais bem gracinhas, com o maps na direção da margem do Rio Reno. Mas fui aproveitando o ar local. Passei por alguns jardins, residências, cafés, restaurantes, pelo Amtsgericht, que é a Corte dos Magistrados. Não sei se é sempre assim, mas nesse dia estava quase tudo deserto, sem muito movimento por ali. Eu fui caminhando e ouvindo o barulho dos pássaros e o badalar dos sinos, que são bem constantes por lá.

 

 

 

 

 

Logo cheguei na margem do Rio Reno, que atravessa a Europa de Sul a Norte. E na divisa da Alemanha com a França tem dois parques lindos dividindo esses países. É muito legal. Você pode curtir o parque do lado alemão e atravessar a ponte ou a passarela sobre o rio e ir para o lado francês. Sim, dá para atravessar a pé, de bike, de carro, de tram... Muito maneiro. É um lugar muito bonito. Passei bom tempo do dia por ali.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois voltei para minha caminhadinha pelas ruas residenciais, mas dessa vez com foco para encontrar um lugar para almoçar. Parei no Restaurante Alexandros. Um lugar até bem chique, mas não era muito caro, não. E a comida deliciosamente delícia.

 

 

 

 

 

Desgastei tudo que comi em mais um pouco de caminhada e fiz o caminho de volta para Estrasburgo. Lá comprei mais um ticket único e segui para a França <3

 

Como o dia ainda estava claro, consegui aproveitar mais um pouquinho da Petit France <3

Amei conhecer Estrasburgo, foi um belo cartão de boas-vindas para essa região da Alsácia, que ainda iria me encantar muito mais e que, claro, vou contar nas próximas postagens. E também de ter essa oportunidade de ir para Kehl, que foi uma grata surpresa.

 

 

Ahhh...

 

Dica de Ouro: Atenção pessoas que amam comer!! Hahaha, a dica da “Tia Si” de hoje é a Bolachinha Lu. Gente, “conheci” essa bolachinha quando estava no hostel de Luxemburgo. Uma menina de Taiwan, que estava no mesmo quarto, fez um bate e volta para Colmar e voltou com uma mala cheia dessas bolachinhas. Ela disse que ia levar de presente pra todo mundo, já que essa bolachinha é uma delícia – e bem baratinha. E é típica daqui da Alsácia. E a primeira coisa que comprei quando cheguei no mercada do Estrasburgo o que foi? A bolachinha Lu. Delicinha. Comprem.

 

Espero que tenham gostado do meu relato da minha experiência por lá, se precisarem de alguma dica, estou à disposição para ajudar! No meu Instagram ( @simonemalagoli ) tem muitas informações também <3

 

Beijos e até a próxima!

 

E se forem reservar hospedagem, utilizem meu link no Booking. Você não vai pagar nada a mais por isso e vai me ajudar a continuar dando dicas.

 

Simone Malagoli

 

 

 

 

 

 

 

 

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